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Pastorais e Movimentos



O silêncio e o encontro com Deus Imprimir E-mail
por Dom Orani João Tempesta   

Ao mesmo tempo em que se regulamenta até quantos decibéis podemos aguentar e até que horas são liberados os aeroportos próximos às cidades durante a madrugada para que as pessoas possam dormir, vemos, por outro lado, um aumento cada vez maior do barulho ensurdecedor de uma cultura que, procurando fugir de si, muitas vezes se refugia no torpor de uma situação que a faz procurar esquecer os problemas de cada dia.

Vivemos hoje no mundo cercado por sons e ruídos e por esse fato é muito difícil experimentar o silêncio. Que o digam as pessoas que compartilham as suas casas com vizinhos barulhentos e a nossa prática de estar sempre ouvindo um ou mais aparelhos eletrônicos ao mesmo tempo para não pensar muito na vida e ficarmos distraídos das agruras da vida diária.

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Cristo é o Rei do universo e de cada um de nós Imprimir E-mail
por Redação   

A festa de Cristo Rei é uma das festas mais importantes do calendário litúrgico, porque nela celebramos que Cristo é o Rei do universo. Seu Reino é o Reino da verdade e a vida, da santidade e da graça, da justiça, do amor e a paz.

A festa de Cristo Rei foi instaurada pelo Papa Pio XI em março de 1925, através da encíclica Quas primas. O Papa quis motivar os católicos para reconhecer em público que o líder da Igreja é Cristo Rei.

Com a festa de Cristo Rei se conclui o Ano Litúrgico. Esta festa tem um sentido escatológico, pois celebramos Cristo como Rei de todo o universo.

Sabemos que o Reino de Cristo já começou, pois se faz presente na terra com a vinda ao mundo a mais de 2000 anos, porém Cristo não reinará definitivamente sobre todos os homens até que volte ao mundo com toda a sua glória ao final dos tempos, na Parusía.  Para conhecermos o que Cristo nos antecipou sobre esse grande dia, podemos ler o Evangelho de Mateus 25, 61-46.

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XXXII Domingo do Tempo Comum Imprimir E-mail
por José Cristo Rey García Paredes   

A Palavra que a liturgia deste XXXII Domingo do Tempo Comum propõe-nos uma reflexão sobre os horizontes últimos do homem e garante-nos a vida que não acaba.

Na primeira leitura, temos o testemunho de sete irmãos que deram a vida pela sua fé, durante a perseguição movida contra os judeus por Antíoco IV Epifanes. Aquilo que motivou os sete irmãos mártires, que lhes deu força para enfrentar a tortura e a morte foi, precisamente, a certeza de que Deus reserva a vida eterna àqueles que, neste mundo, percorrem, com fidelidade, os seus caminhos.

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