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Pastorais e Movimentos



Todos os Santos e Todos os Fiéis Defuntos Imprimir E-mail
por Redação   

Os dois primeiros dias do inicio de Novembro, respectivamente os dias 1 e 2, leva a que freqüentemente se imagine que se trata de uma única celebração em dois dias consecutivos. No entanto, não é assim, embora cada um destes dois dias tenha muito de comum, que é a celebração do mistério da vida para além da morte e a esperança de nela tomarmos parte, como membros do mesmo e único Corpo de Cristo que por nós morreu e para nós ressuscitou.

Os Santos sempre foram celebrados desde o princípio do Cristianismo, particularmente os Mártires. As Igrejas do Oriente foram as primeiras (século IV) a promover uma celebração conjunta de todos os Santos quer no contexto feliz do tempo pascal quer na semana imediatamente a seguir. Os santos - com destaque para os mártires - são, de fato, modelo sublime de participação no mistério pascal. No Ocidente, foi o papa Bonifácio IV a introduzir uma celebração semelhante em 13 de Maio de 610, quando dedicou à santíssima Virgem e a todos os mártires o Panteão de Roma, dedicação essa que passou a ser comemorada todos os anos.

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Quem explica a morte? Imprimir E-mail
por Dom Odilo Pedro Scherer   

O pensamento da morte assusta, talvez por causa da dor e angústia que, geralmente, a acompanham, talvez por causa dos apegos que temos àquilo que julgamos ser nosso, pessoas queridas, o mundo que vamos construindo, os sonhos e projetos que temos... Não pedimos para nascer mas gostamos de viver; de repente, sem nossa decisão e vontade, temos que deixar de novo este mundo.

Diante da morte, percebemos o mistério da vida. Pretensão e soberba humana é achar que sabemos tudo, podemos dar um sentido a tudo por nós mesmos e somos senhores da vida e da morte. Recebemos a vida gratuitamente, vivemos por um instante, somos parte de uma realidade que é maior que nós, que não precisa de nós e, sem nós, continua a existir. Custa-nos aceitar nossa finitude.

 

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A Espiritualidade Cristã Imprimir E-mail
por Catequese Permanente   

Se hoje pararmos em nossa caminhada e nos perguntarmos: para que vivemos? Muitas respostas podem ser dadas: para trabalhar... para me divertir.... para ser feliz... para ganhar dinheiro... não sei... Realmente, é para isto que vivemos?

Nunca devemos perder de vista que há coisas mais importante que outras, as quais devemos dar prioridade para que nossa vida tenha sentido.

Santo Inácio de Loyola perguntou uma vez a São Francisco Xavier - quando ambos estudavam em Paris -, para que estudava. A resposta de São Francisco foi rápida: “porque quero ser cônego e ocupar um poso importante em Navarra, quero ter títulos, ser respeitado”.

Santo Inácio de Loyola lhe sugeriu ler certa passagem da Bíblia. Esta passagem mudou a vida de São Francisco Xavier. Se ordenou sacerdote, e junto com Inácio de Loyola, participou da fundação da Companhia da Jesus, foi o primeiro missionário na Índia e no Japão, morreu quando se dirigia para a China para evangelizar.

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