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Pastorais e Movimentos



XXX Domingo do Tempo Comum Imprimir E-mail
por José Cristo Rey García Paredes   

A Palavra que a liturgia deste XXX Domingo do Tempo Comum ensina-nos que Deus tem um “fraco” pelos humildes e pelos pobres, pelos marginalizados; e que são estes, no seu despojamento, na sua humildade, na sua finitude (e até no seu pecado), que estão mais perto da salvação, pois são os mais disponíveis para acolher o dom de Deus.

A primeira leitura define Deus como um “juiz justo”, que não se deixa subornar pelas ofertas desses poderosos que praticam injustiças na comunidade; em contrapartida, esse Deus justo ama os humildes e escuta as suas súplicas.

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Claret - 24 de outubro Imprimir E-mail
por Redação   

Comemora-se a festa de Santo Antônio Maria Claret, no dia 24 de outubro. Ele afirmava que: “Jesus Cristo, é o caminho, a verdade e a vida”.

Era um apaixonado por ele, por sua Palavra. Por isso, propôs-se a proclamá-la a todos os povos e de todas as maneiras possíveis. A imprensa foi seu maior empenho, apesar das dificuldades técnicas de sua época.

Na manhã de 25 de fevereiro de 1934, em Roma, por ocasião da beatificação do padre Claret, o papa Pio XI pronunciava estas palavras: “Temos um novo beato... apóstolo incansável... e organizador moderno... particularmente da imprensa... Havia compreendido o imenso valor dela. Para as máquinas modernas, para o livro, para o jornal, todos os sacrifícios eram poucos, segundo ele. E, mais ainda, era um escritor muito fecundo... É uma coisa especial, talvez única; o amor pela grande difusão, pelos opúsculos, pelos folhetos, pelas folhas volantes...; queria que a imprensa chegasse a todo lugar e a todas as pessoas” para anunciar esta verdade: Jesus Cristo.

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Frei Galvão, nosso santo E-mail
por CNBB   

No dia 25 de outubro a Igreja comemora o dia de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão; é uma alegria para todos nós, de São Paulo e do Brasil.

Frei Galvão, nasceu em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba; depois de passar vários anos na Bahia e no Rio de Janeiro, para realizar seus estudos, ele viveu e trabalhou, como padre franciscano, na cidade de São Paulo e a santificou com sua presença, sua atividade e seu testemunho de vida cristã. Aqui também faleceu e está sepultado na igreja do Mosteiro da Luz, que foi planejado e edificado por ele próprio. Aqui, para a alegria de todos nós, foi canonizado pelo papa Bento XVI no dia 11 de maio de 2007. Podemos, portanto, dizer com razão que Frei Galvão é “nosso santo”...

Ter um santo que viveu entre nós tem um significado muito especial. Significa, antes de tudo, que os santos não são mitos inventados pela fantasia humana, nem caíram do céu, como seres superiores, que não fazem parte da nossa experiência histórica. São pessoas reais, com endereço e história pessoal, com familiares e parentes, e que também lutaram pela vida e sofreram. Os nossos santos são membros da família humana, irmãos de caminhada da comunidade eclesial.

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