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Pastorais e Movimentos



Bento XVI: origens históricas do Natal Imprimir E-mail
por Bento XVI   

Para compreender melhor o significado do Natal do Senhor, gostaria de acenar brevemente à origem histórica desta solenidade.

O ano litúrgico da Igreja, de fato, não se desenvolveu inicialmente partindo do nascimento de Cristo, mas da fé na ressurreição. Por isso, a festa mais antiga do Cristianismo não é o Natal, mas a Páscoa: a ressurreição de Cristo funda a fé cristã, está na base do anúncio do Evangelho e faz nascer a Igreja. Por isso, ser cristão significa viver de maneira pascal, fazendo-se envolver pelo dinamismo que se originou no Batismo e que leva a morrer para o pecado e a viver com Deus (cf Rm 6,4).

A primeira pessoa a afirmar com clareza que Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro foi Hipólito de Roma, no seu comentário ao livro do profeta Daniel. Este exegeta nota, depois, que nesse dia se celebrava a Dedicação do Templo de Jerusalém, instituída por Judas Macabeu no ano 164 antes de Cristo. A coincidência de datas significaria, então, que com Jesus, aparecido como luz de Deus na noite, se realiza verdadeiramente a consagração do templo, o Advento de Deus nesta terra.

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III Domingo do Advento Imprimir E-mail
por Conrado Bueno Bueno   

A liturgia deste III Domingo do Advento lembra a proximidade da intervenção libertadora de Deus e acende a esperança no coração dos crentes. Diz-nos: “não vos inquieteis; alegrai-vos, pois a libertação está a chegar”.

A primeira leitura anuncia a chegada de Deus, para dar vida nova ao seu Povo, para o libertar e para o conduzir - num cenário de alegria e de festa - para a Terra da liberdade.

O Evangelho descreve-nos, de forma bem sugestiva, a ação de Jesus, o Messias (esse mesmo que esperamos neste Advento): Ele irá dar vista aos cegos, fazer com que os coxos recuperem o movimento, curar os leprosos, fazer com que os surdos ouçam, ressuscitar os mortos, anunciar aos pobres que o “Reino” da justiça e da paz chegou. É este quadro de vida nova e de esperança que Jesus nos vai oferecer.

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A exortação de Francisco Imprimir E-mail
por Dom Aldo Pagotto   

A primeira exortação apostólica do Papa Francisco, “A Alegria do Evangelho”, equivale a uma carta de intenções, onde o pontífice expõe as razões e o modo como pretende governar a Igreja, à qual está preposto. Dispondo-se a conversar em família, num tom coloquial, simples, franco, direto, a exortação assemelha-se ao programa de governo. Ao seu estilo, o Papa traça alguns perfis sobre o seu modelo eclesial e como entende, daqui pra frente, orientar seus rumos. Chama-nos a atenção como Francisco descreve a missão evangelizadora da Igreja, voltada ao serviço do próximo, com atenção específica para com os sofredores e empobrecidos. Em função dessa intenção objetiva e concreta, o Papa quer a Igreja engajada nas obras sociais, oferecendo uma presença mais efetiva na sociedade, enfrentando a mudança de época. Em função desse objetivo maior, o Papa chama o feito à ordem, querendo colocá-la à disposição, despojando-se de benesses.

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